Apito azul
Sobre este assunto, subscrevo totalmente o que diz o meu querido amigo João Lisboa (não se deixem enganar pelo nome, que o homem é portuense até à última costela).
Sobre este assunto, subscrevo totalmente o que diz o meu querido amigo João Lisboa (não se deixem enganar pelo nome, que o homem é portuense até à última costela).
Abril 7, 2008 às 10:48 am
O FCP é um grande clube. Mas as manipulações de resultados têm de ser, obviamente, julgadas.
Eu gosto do FCP. O regionalismo acessório é que era escusado
bjs
Abril 7, 2008 às 11:13 am
É tudo muito verdade.
Mas nem tudo o brilha é ouro.
As pessoas têm memória, e não por agora já não jogarem com o baralho todo, que passaram a bonzinhos.
O Jorge Nuno construiu uma das maiores teias de influencias que há memória no futebol português. Com Adriano Pinto e Lourenço Pinto.
E por mais voltas que dêm ao texto, isto aconteceu e foi feito. Depois foi só aproveitar a embalagem e estruturar o clube como ele é hoje, e precisar cada vez menos da teia.
Abril 7, 2008 às 2:29 pm
Transcrevo aqui o que disse nos comentários de outro blog:
O futebol é uma coisa visceral. Eu não discuto futebol com ninguém por isso. Tenho as minhas paixões, vibro com os dois clubes que apoio, mas isso é uma coisa só minha. O post do João Lisboa transcreve bem esse sentimento, que não tem grande explicação.
O FCP uniu-se à imagem da cidade como manifestação por um certo desprezo a que o Porto foi votado nos tempos da Velha Senhora. E, se para nós houve apito dourado, veja-se a história do Benfica ao longo do regime salazarista. Mais favorecimentos que esses?
O Jorge Nuno tem que ser punido, obviamente, mas não é o único. O futebol é, e sempre será, uma máfia de influências.
Abril 9, 2008 às 12:12 pm
Embora não me interesse nada por futebol, achei imensa piada ler, porque reconheci a alma dos dragões.
Abril 11, 2008 às 11:09 am
Eu também sou tripeiro até à última costela e não subscrevo as palavras do João Lisboa! O polvo está instalado!
Aquele abraço infernal!
Abril 11, 2008 às 11:12 am
Belzebu, eu não sou portuense até à última costela (até porque tenho muitas costelas bem mais a sul e para além de Portugal) mas, do João Lisboa, subscrevo o sentimento