Vintage

Constato que grande parte dos anúncios televisivos actuais reciclam clássicos da soul dos anos 70 (“He’s got the all world in his hands” ou “oh happy day, oh happy day” – vai desde as bolachas até aos bancos) ou êxitos pop dos anos 80. Ao comentar isso com o meu mui amado esposo, com quem casei não apenas pelos seus lindos olhos mas também porque vai tendo uns raciocínios acertados, ele responde que todas as músicas viram clássicos ao fim de vinte anos.

É bem capaz de ser verdade; lembro-me ainda de se usarem os êxitos rock’n'roll dos anos 60 para tudo quanto era anúncio. Porém, faz-me pena ver assim banalizadas algumas das minhas músicas favoritas. A última delas foi “Big in Japan”, que faz parte da última campanha da Telefonica. Mas por que é que não reciclam aqueles lixos como o “Touch me” da Samantha Fox ou o “Boys, boys, boys” da igualmente mamalhuda Sabrina?!

Que é feitos dos jingles originais, cantados por meninas da rádio ou por garbosos rapazes a capella? A publicidade não tem o direito de remexer assim nas nossas memórias do passado… :S

 ”Big in Japan” – Alphaville

4 Respostas para “Vintage”

  1. Acho a palavra vintage uma palavra gira. Já a ouvi, já a disse. E, afinal, o que é que significa? (lol)
    Suspeito que não estará no dicionário.
    Beijos.

  2. Confesso que as músicas dos anos 80 não me dizem muita coisa. Sou mais de anos 90.

    Até o”Big in Japan” mesmo sendo original dos Alphaville prefiro a versão dos Guano Apes.

    E olha aqui fica um olá neste espaço público. Fui das que votei na primeira opção ;)

  3. Gosto bastante desta música, porem gosto mais da posterior versão dos Guano Apes, desperta mais a rebeldia dentro de mim…

    beijinhos

  4. olá! : – ) estás aqui e bem. força!

    de 20 em 20 anos, sucede isso. se repararem, hoje não há muita criatividade e originiladidade na música pop. é um fenómeno q se repete no fim de cada década. até os próprios concertos são chatos e previsíveis. Lembro-me de 3 concertos na década de 90 em que levei três enormes murros no estômago e falámos deles durante, pelo menos, uma semana.

    mas, reparem bem, que os eighties estão de volta e com força. é daí q está a voltar a força q falta ao som actual.

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